Empresários aproveitam Dia das Mães para sofisticar experiência do consumidor – Pequenas Empresas Grandes Negócios

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No Dia dos Namorados, o restaurante Casa Vecchia apostou na tábua de frios. Agora, o cardápio terá sofiatelli recheado com peras e filé mignon, onde o cliente só tem o trabalho de aquecer a refeição (Foto: Divulgação)

No Dia dos Namorados, o restaurante Moradia Vecchia apostou na tábua de frios. Agora, o cardápio terá sofiatelli recheado com peras e filé mignon, onde o cliente só tem o trabalho de aquecer a repasto (Foto: Divulgação)

O Dia das Mães do último ano foi marcado por diversas incertezas na vida dos empreendedores brasileiros. Alguns não contavam com uma operação do dedo estruturada na chegada da Covid-19 ao país, dois meses antes da data, em meados de março, e investiram no delivery e em vendas na internet porquê formas de amenizar as perdas com o fechamento dos pontos físicos. Para outros, foi uma forma de apressar um processo de digitalização que já estava em curso. Em todo o caso, do ponto de vista da experiência, 2021 tende a ser dissemelhante, segundo os relatos de empresários entrevistados por PEGN.

Do restaurante ao salão de formosura, passando por uma chocolateria e um e-commerce de tendência, a estratégia agora é intensificar a presença nas diversas mídias digitais, personalizar o atendimento ao consumidor e proporcionar experiências diferenciadas. O entendimento é que muitas mães fazem secção do grupo de risco e, em alguns casos, estão distantes dos filhos e demais familiares por questões de segurança.

Embora a crédito do empresariado tenha apresentado recuo de 6,4% de março para abril, segundo a Confederação Pátrio do Negócio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Associação Mercantil de São Paulo (ACSP) aponta que 58,6% dos brasileiros pretendem comprar presentes para o próximo dia 9 de maio. Entre os itens preferidos, aparecem os de calçados e vestuários (65,2%), perfumes e cosméticos (53,9%), móveis e eletrodomésticos (49,5%), cestas de moca da manhã (18,6%) e delivery de refeições (11,3%).

Os comerciantes explicam que 2020 serviu porquê uma espécie de teste prático sobre o que deveria ou não ser feito no momento da venda, para aprimorar a entrega neste ano. No entanto, eles agora enfrentam uma maior concorrência, elevação da oferta de produtos e encontram um consumidor mais fragilizado economicamente e emocionalmente, além do leque maior de opções de produtos à disposição.

Por outro lado, quem já atuava no do dedo antes da pandemia e tinha uma operação minimamente organizada para atender a comercialização via redes sociais, vem se dando muito, mesmo com as restrições impostas pelas autoridades sanitárias. Da mesma forma, aqueles que trabalham com públicos e produtos específicos também conseguiram passar muito pela crise e até aumentaram o quadro de funcionários.

Para a consultora do Sebrae-SP, Ariadne Mecate, o empreendedor deve trabalhar em processos para tornar a data do seu cliente privativo. "Ele pode pensar na embalagem dissemelhante, em perfumar o cartão e grafar uma mensagem de próprio punho do fruto para a mãe. É necessário pensar no pós-vendas, pois isso trará retorno no horizonte", afirma.

Outra dica, segundo a consultora, é ter preços e produtos diferenciados. Ela explica que os consumidores de maior poder aquisitivo conseguem manter a recorrência de compra de itens de maior valor associado. No entanto, por questões econômicas, uma filete significativa da população vai dar exclusivamente uma lembrancinha porquê uma forma de aprazer seu ente querido.

A terceira orientação, segundo Mecate, é se destinar na qualidade da divulgação nas redes. Isso passa pela interação em mídias porquê o Instagram, mas também em grupos fechados no WhatsApp e Facebook. "Às vezes, o estabelecimento trabalha com a venda de um serviço, e não de produtos. Por isso, fotos e vídeos muito trabalhados chamam a atenção das pessoas", diz.

Por término, a perito do Sebrae-SP acrescenta que os depoimentos dos clientes também contribuem para validar a opinião da comunidade interessada. Outro caminho é recorrer aos influenciadores, já que estes também são, em alguns casos, segmentados. 

Confira os aprendizados, experiências e orientações dos empreendedores consultados pela reportagem:

Sobremesas saudáveis - Isabela Akkari: reforço no do dedo

Isabela Akkari possui uma marca de sobremesas saudáveis que leva o seu nome (Foto: Divulgação)

Isabela Akkari possui uma marca de sobremesas saudáveis que leva o seu nome (Foto: Divulgação)

Desde 2014, a administradora Isabela Akkari possui uma marca de sobremesas saudáveis que leva o seu nome. Porquê todo empreendedor, ela começou sozinha, oferecendo em pequenas quantidades para amigos e colegas de trabalho. Mas foi só depois de fazer um curso em Novidade York, sobre a produção de bolos veganos sem glúten, é que ela resolveu deixar a curso executiva.

Ela conta que, à era, o público brasílico já buscava por opções para quem tem intolerância à lactose, celíacos, sem açúcar e à base de outros adoçantes (porquê açúcar de coco ou xilitol), nicho no qual decidiu se pormenorizar. Logo, a viagem de exclusivamente um mês foi exclusivamente o estalo que faltava para encarar a novidade empreitada. "Eu comecei a estudar o mercado e vi que não existia uma confeitaria que fizesse um gulosice tão gostoso quanto o tradicional, só que com ingredientes mais saudáveis", conta a empresária.

Com o base da mãe, ela começou a produzir na cozinha de mansão. Aos poucos, a coisa foi tomando forma. Na Páscoa de 2016, ela recebeu uma encomenda de muro de 600 ovos, o que ajudou a impulsionar o negócio e trazer os irmãos Diego e Eduardo Akkari para a sociedade.

No início de 2020, os empreendedores contavam com um moca no bairro do Itaim e haviam completado de inaugurar um espaço no Shopping Iguatemi, na Avenida Faria Lima, quando veio a pandemia. Porquê já atuavam através do WhatsApp, delivery próprio e ofereciam o portfólio no aplicativo Rappi, o caminho foi intensificar o uso desses canais com a ingressão no Uber Eats e IFood.

O alfajor recheado com doce de leite é um dos itens mais pedidos pelos clientes (Foto: Divulgação)

O alfajor recheado com gula de leite é um dos itens mais pedidos pelos clientes (Foto: Divulgação)

Na secção logística, são três carros com motoristas próprios, além de outros três parceiros que colaboram eventualmente para fazer o envio na capital paulista. "Nós sempre vendemos muito por WhatsApp e delivery. Entramos no aplicativo em novembro de 2019, mas sempre fomos um pouco reticentes por uma questão de posicionamento da marca", explica Eduardo Akkari. "Junto a isso, usamos muito o Instagram. No final, a gente conseguiu tirar a demanda do shopping e da loja física e jogar para o online."

Entre as mais de 70 opções que compõem o menu de Isabela Akkari, estão os alfajores de gula de leite com chocolate branco ou tradicional, pistaches ou cookies & cream; os bolos com tamanho de brownie que têm cobertura de guloseima de leite ou frutas; bolos caseiros de cenouras ou banana; as pepitas (bombons) de castanha de caju com coco ou de crocante de gianduia, entre outras inúmeras opções.

O tartelete de palha italiana é uma das apostas para o Dia das Mães (Foto: Divulgação)

O tartelete de palha italiana é uma das apostas para o Dia das Mães (Foto: Divulgação)

Para o Dia das Mães, as apostas são as versões em tamanho família dos tarteletes de banoffee (categoria de banana, gula de leite e creme diplomata), palha italiana e rouge (brigadeiro de avelã e compota de framboesa), que foram lançados em tamanhos mini logo depois a Páscoa - na data, que é a principal dos chocolateiros, a empresa registrou prolongamento de 100% em relação ao ano pretérito. A perspectiva é que as vendas continuem aquecidas, já que o negócio voltou a funcionar no dia 17 de abril.

Graduada em gastronomia pela Le Cordon Bleu, tradicional escola parisiense fundada em 1895, Isabela atualmente estuda confeitaria na filial da mesma instituição em São Paulo. Ela acredita que esse movimento de subida no número de pedidos desde o último ano se deve, em secção, pela preocupação das pessoas em manter uma alimento regrada durante a quarentena, mas também por conta da entrega do resultado final. "Desde o dia zero, nós trabalhamos todo o concepção, a embalagem e o manuseio de cada item com muito desvelo. O cliente pede um presente e valoriza a experiência", finaliza.

Salão de Formosura - NaBahia: flexibilidade na operação

as irmãs Rafaella e Ruchelle Crepaldi e a mãe, Lenir Bregantim, donas do negócio (Foto: Divulgação)

Rafaella Crepaldi, Lenir Bregantim e Ruchelle Crepaldi são as donas do negócio (Foto: Divulgação)


No ano pretérito, o salão de formosura NaBahia, localizado no Higienópolis, bairro sublime de São Paulo, perdeu 60% do faturamento durante o período de isolamento social. Muito desse impacto veio durante os primeiros meses da pandemia, entre meados de março e maio, onde a circulação de pessoas estava na tempo mais restrita e o espaço físico ficou temporariamente fechado. Por isso, as irmãs Rafaella e Ruchelle Crepaldi e a mãe, Lenir Bregantim, donas do negócio, resolveram implementar algumas estratégias.

O salão tem um ticket médio que varia de R$400 a R$600 e atende uma filete etária entre 25 a 55 anos. Mas há uma grande concentração no público feminino supra dos 40 anos - em alguns casos, as pessoas integram o grupo de risco. Assim, para 2021, houve a manutenção do desconto em itens de formosura para os cuidados homecare, porquê xampus, condicionadores e máscaras faciais. O preço menor acontece mediante ao pagamento antecipado, com voucher nos valores de R$150, R$300, R$600 e R$1.000, e existe a flexibilidade de fazer a compra para aproveitar mais tarde.

Outra sacada foi o delivery próprio para o envio dos produtos. No prelúdios, existia a preferência pela venda no bairro. Depois, as sócias passaram a combinar a entrega e retirada com os clientes. “Na primeira paralisação, nós ficamos preocupadas com a falta de remuneração da equipe. Já na segunda, tínhamos quase certeza de que seria um período menor. Porquê isso não aconteceu, o desconto foi um meio para remunerar as contas e ter mais uma forma de receita", conta Ruchelle Crepaldi, gestora do empreendimento.

Durante a pandemia, o Salão de Beleza NaBahia adotou cuidados para evitar aglomerações (Foto: Divulgação)

O salão de formosura NaBahia adotou cuidados para evitar aglomerações durante a pandemia (Foto: Divulgação)

Porquê a mana de Ruchelle, Rafaella, é maquiadora profissional, no momento mais frágil, ela decidiu montar cursos com dicas sobre auto-maquiagem, compras de produtos e processos de emprego e harmonização de blushes, batons e lápis de olho através das redes sociais.

Uma outra frente explorada pelas empreendedoras foi o reforço no atendimento domiciliar, já disponibilizado antes mesmo da período de isolamento social, o que contribuiu para manter os salários dos empregados. No entanto, para incentivar o movimento, a taxa de acréscimo para fazer o cabelo, o pé ou a mão com maior comodidade passou de 40% para 20% sobre o valor final.

"Conseguimos manter um número razoável de clientes. Zero comparado com momentos em que o salão está pleno. São pessoas que precisam do serviço mesmo com o homeoffice, porquê professoras, juízas, médicas e advogadas que se apresentam online”, explica Ruchelle.

Para o Dia das Mães, o NaBahia vai manter as estratégias adotadas desde o ano pretérito, o que contribui para manter o atendimento sem aglomeração na unidade física e ainda propicia maior conforto aos clientes.

E-commerce de tendência - LF Comprinhas: aposta no atemporal e multiuso

Nátali Soares é CEO da LF Comprinhas e trabalha com o conceito de 'slow fashion' (Foto: Divulgação)

Nátali Soares é CEO da LF Comprinhas e trabalha com o concepção de 'slow fashion' (Foto: Divulgação)


Já a empresária Nátali Soares é CEO da LF Comprinhas, um e-commerce mineiro de tendência que tem a produção na cidade de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Através do concepção de ‘slow fashion’, a marca procura quebrar o concepção de consumo apressurado da indústria com foco na sustentabilidade. O público-meta são mulheres entre 18 a 35 anos, com maior concentração na fita etária de 24 a 35 anos.

O prelúdios foi em 2012, com a oferta de artigos da China. De origem humilde, Nátali sonhava em gerar renda para ajudar a família. Ela conta que as roupas eram diferentes e baratas e que a maior secção das pessoas não conhecia, o que proporcionou o prolongamento do site. Mas, logo no início, ela optou por rever o padrão e atuar com o chamado “fair trade” (negócio justo, na tradução do inglês). "Com o passar do tempo, passei a estudar e entendi que ali havia trabalho servo. Não era um pouco que estava de congraçamento com os meus valores. Daí, fui buscar as costureiras do meu bairro para fazer uma parceria.”

Desde 2016, segundo a empreendedora, a expansão tem realizado de forma mais expressiva. Depois romper a marca dos R$3 milhões em receita em 2019, entendeu que o ano seguinte seria o momento para reorganizar a moradia. "Planejei o ano para profissionalizar a gestão e fazer novas contratações. Até logo, eu não considerava tanto uma marca, mas uma loja. Esse seria o momento da viradela e, graças a Deus, foi o que aconteceu, mesmo com a pandemia”, conta.

Em 2020, o faturamento registrou aumento de 200%, para R$9 milhões. Isso permitiu louvar o número de costureiras parceiras de 17 para 32, e substanciar os times de logística, marketing, geração e atendimento ao consumidor, totalizando 52 pessoas. Entre 200 modelos que compõem o sortimento de calças, vestidos, sapatos, biquínis e blusas, são murado de 7 milénio peças entregues por mês em todo o Brasil.

Só em dezembro, durante o Natal e Réveillon, a comercialização bateu R$1 milhão. E a perspectiva se mantém positiva já que, entre janeiro e março, a receita foi de R$ 3 milhões, ou a mesma quantia de todo o ano de 2019. “As minhas peças não são essenciais, é uma tendência para transpor, e as pessoas não estão saindo. Mas elas querem se sentir muito e ter uma ponta de normalidade no isolamento. Porquê comprar uma roupa sempre foi secção disso, é para ter um gostinho, uma sensação dissemelhante”, diz.

A marca aposta em diferentes combinações e no conceito multiuso (Foto: Divulgação)

A marca aposta em diferentes combinações e no concepção multiuso (Foto: Divulgação)

A LF Comprinhas lança novas opções a cada mês. Todavia, com a concepção multiuso, as roupas podem ser utilizadas com diferentes combinações e maneiras. Alguns itens, porquê tops e calças e shorts jeans, estão há muro de quatro anos no portfólio. Para Nátali, essa não foi uma decisão racional, mas somente acompanhava uma demanda de mercado. "Enquanto tinha saída, continuei ofertando. Porém, acredito que o mundo da tendência descarta muito e que essa extravagância não faz secção da veras do brasílico. Ele não tem moeda para gastar o ano inteiro, ainda mais durante a crise. Quanto mais versátil e atemporal, mais as pessoas vão usar”, diz.

O Dia das Mães não é o principal dia de vendas para o e-commerce mineiro, que perde para as festas de término de ano e a ingressão das coleções de primavera-verão e outono-inverno. Mas nem por isso a data é descartada. Segundo a CEO, é feito um trabalho de informação, através das redes sociais, trazendo a discussão temática a reverência de mães solteiras e eventuais doações são destinadas para ONGs que ajudam mães em situação de vulnerabilidade.

Com dicas de autocuidado (porquê leitura e prática de atividade física) e nutrição e posts sobre empoderamento feminino e consumo consciente, a LF Comprinhas mantém o público engajado e já mira o Dia dos Namorados, quando deve lançar uma coleção de lingeries, pijamas e roupas flexíveis para permanecer em lar.


Alimento - Restaurante Morada Vecchia: incremento na experiência

Adriana e Kiko Dalla Vecchia são irmãos e gestores do grupo de eventos (Foto: Divulgação)

Adriana e Kiko Dalla Vecchia são irmãos e gestores do grupo de eventos (Foto: Divulgação)

Até o surto do novo coronavírus chegar ao país, o Grupo Moradia Vecchia, localizado em Guarapuava, município do interno do Paraná, atuava com três diferentes empresas de cimo padrão: uma de eventos, outra de aluguel de equipamentos para festas e casamentos, além de um restaurante. O negócio nutritivo era lhano ao público, mas funcionava mais porquê um suporte para atender a demanda por comida nas festividades.

Quando foram implementadas as restrições mais duras de funcionamento das atividades, os 12 eventos agendados foram cancelados. Da mesma maneira que a maior secção dos empreendedores do país, a opção para os sócios e irmãos, Adriana e Kiko Dalla Vecchia, foi recorrer à venda de hambúrgueres por delivery. "Vendeu muito muito e ajudou a manter as contas e funcionários das outras duas empresas que estavam com as portas fechadas", afirma Kiko, que é um dos chefes de cozinha do restaurante.

Entretanto, porquê houve um boom de oferta nos aplicativos, era necessário se diferenciar dos concorrentes. A novidade solução foi disponibilizar pratos mais robustos e muito trabalhados dentro das 40 opções disponíveis, com um cardápio que atendesse o novo momento. "Em datas especiais, porquê o Dia das Mães, dos Namorados e dos Pais, a gente passou a oferecer um menu individual. Enviamos durante o dia e a pessoa pode consumir quando quiser, somente esquentando no forno ou microondas", diz.

No ano pretérito, no Dia das Mães, a estratégia foi enviar maionese, risoto e tamanho prontos, deixando para o consumidor exclusivamente o trabalho de assar o churrasco. Em alguns casos, a mesocarpo também foi enviada já temperada, com a tarefa de exclusivamente atear a grelha. No Dia dos Namorados, os casais tinham a opção de comprar uma tábua de frios, filé mignon e uma tamanho, com petit gâteau de sobremesa.

As refeições são preparadas pensando na praticidade e conforto dos clientes (Foto: Divulgação)

As refeições são preparadas pensando na praticidade e conforto dos clientes (Foto: Divulgação)

Para o próximo dia 9, o cardápio será constituído por um sofiatelli (tamanho sofisticada) recheado com peras e filé mignon com legumes glaceados, com entremet de sobremesa (uma espécie de torta francesa). Mesmo com a permissão para funcionar, a opção será furar as portas com a capacidade reduzida, por conta do espaçamento entre as mesas. "Os Dias das Mães e Namorados são os que mais vendem em restaurantes. Só que as mães estão no grupo de risco. Logo, a gente vai evitar a aglomeração e enviar tudo para a morada das famílias", explica o gerente.

Antes do isolamento social, o restaurante chegava a receber 150 pessoas por dia e, porquê grupo, faturava por volta de R$200 milénio por mês. Hoje, são muro de 40 consumidores diários e as empresas passaram a funcionar com 20% da receita mensal, muro de R$40 milénio. Por outro lado, a demanda por refeições via delivery girava em torno de 20 pedidos por dia. Neste momento, a compra diária por meio de plataformas está em muro de 80 pedidos. 

“Nós melhoramos o nosso delivery e contratamos mais gente para a entrega porque sabíamos que o funcionamento não retornaria tão rapidamente. Estamos lançando coisas novas toda a semana. Apostamos nesse padrão de serviço e vamos mantê-lo para o pós-pandemia”.

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