entendendo o fator mais importante de todos – Jornal Dia Dia

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Foto: Conversion/Google

Bruna Rodrigues

Saiba o que significa, porquê identificar e porquê otimizar o seu site para um dos mais importantes fatores de ranqueamento do Google: a intenção de procura do usuário.

Quando desenvolvemos e colocamos em prática uma boa estratégia de SEO, temos porquê objetivo posicionar nosso site nas melhores posições da página de resultados de um mecanismo de procura.

Para isso, devemos entregar ao nosso público-cândido aquilo que ele deseja encontrar.

Entregar ao seu usuário aquilo que ele pretende consumir, porém, depende primordialmente da sua compreensão sobre aquilo que ele procura.

Neste momento, chegamos à uma questão que assola muitos profissionais de SEO (e até mesmo o Google!):

Porquê saber exatamente o que o meu usuário quer encontrar?

Para interpretar levante esfinge, precisamos primeiro compreender profundamente um concepção chamado intenção de procura.

No teor de hoje, explicarei o que é intenção de procura, sua valia porquê fator de ranqueamento e porquê extrair, da própria SERP (ou página de resultados), informações extremamente valiosas para que você possa adequar seu site à intenção de procura do seu público-claro.

Vamos lá?

O que é intenção de procura?

Chamamos de Intenção de Procura (ou User Intent) aquilo que usuário pretende encontrar ao fazer uma pesquisa no Google.

Em outras palavras, a intenção de procura é o “por que” por trás da escolha de um usuário em clicar em um resultado na SERP, e não em outro.

Tipos de intenção de procura

Existem, a princípio, quatro tipos de intenção de procura.

99% das pesquisas feitas no Google, hoje, podem se enquadrar em um ou mais tipos.

São eles:

  1. Informacional
  2. Navegacional
  3. Mercantil / Investigacional
  4. Transacional

Informacional

A pesquisa informacional é aquela que procura, pura e simplesmente, por uma informação. 

Seus resultados podem ser respostas a perguntas simples, porquê por exemplo “Quem é Larry Page?”, ou explicações um pouco mais complexas, porquê “Quais são os fatores de ranqueamento do Google?”

Essas pesquisas podem ou não ser formuladas em formato de pergunta e possuem, de modo universal, palavras-chave que determinam em que tipo se enquadram.

Pesquisas que começam com porquê, quando, quem, o que, quando, por que ou incluem palavras porquê guia, tutorial, exemplos, dicas, e etc, geralmente são pesquisas de intenção informacional.

Seus resultados comumente apresentam Knowledge Graph.

Navegacional

Essa pesquisa é aquela em que o usuário está procurando por um site específico, ou uma página específica dentro de um site, mas por qualquer motivo prefere acessá-la através do Google ao invés de digitar seu endereço no navegador.

As pesquisas navegacionais geralmente são o nome de um serviço, de uma instrumento, de uma rede social ou de uma grande marca.

Mercantil / Investigacional

Neste tipo de pesquisa, o usuário já tem a intenção de comprar determinado resultado, mas provavelmente ainda não sabe onde comprá-lo ou gostaria, ainda, de fazer alguma investigação.

As buscas comerciais geralmente levam o usuário a sites de conferência de preços, páginas de categoria de produtos ou agregadores de resenhas.

Alguns exemplos desse tipo de pesquisa são: “melhores restaurantes em São Paulo”, “tênis nike”, “Os Irmãos Karamázov resenha”, “Facebook vs. Twitter”, e outros.

Transacional

Levante tipo de pesquisa indica uma intenção de procura mais reta por secção do usuário.

Ou seja: ele já sabe o que quer comprar, onde quer comprar e deseja, somente, concluir a transação.

Os resultados para a pesquisa transacional geralmente são páginas de resultado em que o próximo passo é o checkout.

“Comprar iPhone X ebay”, por exemplo, é uma típica pesquisa transacional.

Agora que você já sabe quais são os tipos primários de intenção de procura existentes, é preciso manifestar que, para identificar em que categoria o seu público-escopo se encaixa, nem tudo é tão simples.

Algumas buscas têm mais de uma intenção, e identificá-las perfeitamente ainda é uma dificuldade até mesmo para o maior buscador do mundo.

Pensando nisso, há murado de 6 meses, o Google lançou uma competição para cientistas de dados de todo o mundo — de quem prêmio é zero menos que U$ 50.000! — que tem porquê objetivo a geração de um padrão que seja capaz de identificar, através de lucidez sintético, intenções de procura do modo mais perfeito provável.

Ao buscar, por exemplo, por [The Beatles], temos a teoria de que levante usuário tem a intenção de acessar plataformas onde ele possa ouvir música.

Mas e se ele quiser comprar um disco? Ou, simplesmente, saber a história desta margem?

Veja na imagem aquém porquê os resultados podem variar entre vídeos, imagens, informações, compras e outros.

É neste momento que aspectos mais complexos sobre reconhecimento de intenção entram em cena em SEO.

Por que a intenção de procura é importante?

“Nossa missão é organizar toda a informação do mundo e torná-la universalmente alcançável e útil.”
Google

É isso que o Google oficialmente define porquê sua principal missão na internet.

Mas o que significa, de vestimenta, organizar informação?

Imagine que você entra em uma livraria em procura de um romance e os livros estão todos espalhados, dispostos em estantes sem classificação e sem eminência de temas em um cenário absolutamente caótico.

Esta situação inviabiliza uma procura simples pelo livro que você deseja e, deste modo, todas as informações que se encontram naquele lugar estão praticamente inacessíveis.

É mais ou menos deste modo que as informações estão jogadas pela internet e, ainda que você saiba exatamente o que deseja encontrar, sem um organizador principal mal seria provável debutar a procura por essas informações.

O papel do Google, ao tornar as informações universalmente acessíveis, é separar todos os livros desta livraria por assuntos, qualificar as estantes em que eles ficarão e organizá-los em cada uma destas seções por ordem alfabética de seus autores.

Assim, toda vez em que você entrar em uma livraria para procurar por um romance dissemelhante (intenção de procura), saberá que poderá encontrá-los na seção de Literatura (termo-chave), e, chegando a ela, terá aproximação a uma grande variedade deles (página de resultados).

Esclarecida a função do Google, fica mais fácil compreendermos por que a intenção de procura do usuário nunca foi tão importante para SEO quanto é nos dias de hoje.

Podemos declarar categoricamente que uma página que não corresponde à intenção de procura do usuário que deseja atingir não obterá posições de destaque para a termo-chave buscada por ele, ainda que seu teor tenha qualidade e ela seja tecnicamente perfeita.

Mas, logo, porquê identificar a intenção de procura do meu usuário?

Isso nos leva ao nosso próximo tema.

Porquê estudar a intenção de procura do meu usuário?

A resposta para esta pergunta está mais perto do que você imagina.

Na hora de fazer uma estudo profunda sobre intenção de procura, ninguém melhor que o próprio Google porquê manancial de dados.

Uma vez que os algoritmos tentam sempre oferecer as melhores e mais personalizadas respostas para cada intenção de procura, é na própria SERP que estão os sites que mais correspondem a estas intenções.

Em outras palavras, são os seus concorrentes mais muito ranqueados e os pormenores de cada uma dessas página de resultados que devem servir de base para a sua estudo.

Ao investigar a SERP de uma termo-chave de seu interesse, pergunte-se, atente-se e anote os seguintes pontos:

  • Há snippets de destaque nestes resultados?
  • Um Knowledge Graph aparece?
  • Há uma página de comparações?
  • O resultado zero entrega que tipo de informação?
  • Há um carrossel de vídeos?
  • Quais são as dúvidas em “As pessoas também perguntam”?
  • Há muitos anúncios?
  • Há um carrossel do Google Shopping?
  • Os primeiros resultados são provenientes do Google Imagens?
  • Os sites mais muito posicionados possuem site links?

Outro sinal muito importante, mas muitas vezes esquecido, é a avaliação das autoridades de domínio médias daquela SERP.

Mas por que isso deve ser levado em consideração?

Vamos supor que a média de DA para a SERP da sua termo-chave seja 60, enquanto o DA do seu site ainda está em 30.

Perceba que esta grande diferença de domínio entre o seu site e os sites ranqueados definitivamente não está a seu obséquio.

Neste caso, trabalhar de maneira intensa link building e teor de qualidade, com o objetivo de melhorar a sua domínio antes de entrar nesta pugna, pode ser uma estratégia mais engenhosa.

Lembre-se de que o Domain Authority de um site é um dos mais importantes fatores de ranqueamento do Google.

Para facilitar SEOs de todo o mundo a identificar a intenção de procura de uma termo-chave utilizando a própria SERP, o Google disponibilizou um checklist com os mais importantes aspectos de estudo.

Para fazer uma transcrição do checklist organizado pelo Moz, clique cá.

Agora, vamos a um exemplo prático.

Imagine que eu sou dona de uma plataforma de cursos online e, um dos meus cursos mais rentáveis, é o curso de Designer Gráfico.

Sendo assim, uma das minhas principais palavras-chave de rabo longa mais importantes é [como aprender designer gráfico?].

Meu objetivo é fazer uma landing page para a venda deste curso e incluir, em seu teor, todas as informações que sejam do interesse de quem tem o objetivo de aprender design gráfico na internet.

Mas porquê saber quais são essas informações?

Vamos a SERP para a termo [como aprender designer gráfico?].

As primeiras coisas que podemos observar são uma lista de cursos gratuitos e um carrossel de vídeos do YouTube.

Isso significa que quem deseja aprender design gráfico tem a intenção de fazê-lo de perdão, se pormenorizar em determinadas ferramentas e está mais predisposto a consumir conteúdos de vídeo ao invés de textos longos.

Vamos adiante:

Com a prolongação da SERP, posso identificar mais padrões: o usuário que procura por [como aprender designer gráfico?] nem sempre já possui informações básicas sobre a profissão, porquê qual o seu escopo e seu salário médio.

Também é provável concluir que um grande número de pessoas têm o objetivo de aprender design gráfico de maneira autodidata, através de conteúdos gratuitos na internet e depoimentos de outros designers mais experientes.

Os três primeiros resultados possuem DA supra de 90, mas o DA do meu site ainda está em 40.

Isso pode valer que, em um primeiro momento, é mais provável que eu consiga compreender a 4ª posição, e não a 1ª.

Independente disso, devemos sempre trabalhar com o objetivo do melhor posicionamento provável.

DICA: O box “As pessoas também perguntam” é a mina de ouro de toda página de resultados. Estão ali, literalmente, os principais pontos de incerteza das pessoas que buscam por determinado ponto. Respondê-las é sempre solucionar o problema de um público. Sempre ligeiro essas perguntas em consideração.

E agora, porquê montar a minha landing page?

Porquê corresponder à intenção de procura?

Continuando a estudo da SERP que tratamos no tópico anterior, vamos agora à prática de tudo que identificamos.

Minha primeira ação seria consumir todo teor ranqueado nesta página e extrair deles o que há de melhor. Inclusive os vídeos.

Perceber em todos eles quais são os pontos-chave que são capazes de prender a atenção de quem deseja ser um designer gráfico.

E, supra de tudo, lembrar sempre: são estes os sites que, até nascente momento, mais correspondem à intenção de procura do meu usuário, segundo o Google.

Voltando ao meu site, a teoria principal seria desenvolver um teor voltado a minar a instabilidade da inexperiência de quem deseja ser um designer gráfico.

Primeiro, explicaria a profissão com todos os seus detalhes, incluindo informações sobre as exigências mais comuns e salários-base.

Depois, justificaria ao meu público por que um curso pago, com um tutor especializado, pode ser mais proveitoso na hora de comprar uma profissão. 

Esta é a hora de expor todas as vantagens competitivas do meu curso sobre os conteúdos gratuitos (será preciso esforço, conhecimento sobre meus concorrentes e uma boa redação, pois há muito teor gratuito de qualidade na internet!).

Outro ponto importante seria dar ao meu usuário dicas de porquê estudar de maneira mais profunda e organizada. Esta dica é importante tanto para quem se convenceu a comprar meu curso quanto para quem ainda deseja estudar gratuitamente.

Para complementar meu teor e corresponder de modo ainda mais eficiente às demandas do meu público, incluiria na minha página um vídeo explicativo com todas as informações necessárias.

E, por último mas não menos importante, compartilharia reviews de antigos alunos sobre o curso.

Segundo pesquisa desenvolvida pela Conversion, 65,8% dos consumidores digitais em 2020 alegam que a opinião de outras pessoas é o mais importante fator de decisão na hora de fazer uma compra.

O processo simulado supra é o resumo de um extenso trabalho de reparo, avaliação de informações e desenvolvimento de projeto.

Para produzir um teor com grande potencial de se ressaltar perante o buscador, outras dicas preciosas são:

Defina o propósito da sua página

Uma página deve, sempre, corresponder ao seu propósito.

Essa é uma das mais criteriosas avaliações feitas pelo algoritmo do Google, mas, se uma página não tem um propósito definido, porquê pode corresponder a ele?

Desenvolva um framework sedutor

A primeira sensação que um usuário tem do seu site é muito importante.

É ela que vai impedir que ele acesse sua página e, prontamente, retorne à SERP — o chamado pogosticking.

Para que o seu primeiro framework escaneado pelo olho humano seja interessante, analise os concorrentes orgânicos mais muito posicionados para a sua termo-chave e identifique os pontos mais intuitivos.

Isso ainda colabora com uma melhor experiência de usuário para o seu site.

Escolha o melhor título

O título da sua página é muito importante porque é um paisagem de peso na sua Taxa de Cliques.

LEIA MAIS: Content Experience: a influência em SEO de CTR e Dwell Time, que estão mudando para sempre a forma otimizar páginas

Desenvolva uma lista com em torno de dez títulos, teste internamente, escolha o melhor e, caso o resultado não seja satisfatório, não pense duas vezes antes de trocá-lo.

Para SEO, testar é sempre fundamental.

Disponha as informações em “pirâmide invertida”

A velha técnica jornalística da pirâmide invertida consiste em, ao desenvolver um texto, colocar as informações mais importantes sempre no topo do teor.

Esta técnica visa prender a atenção do leitor em primeiro lugar, e só logo destrinchar as informações ao longo do texto.

Em uma era em que prender a atenção de um usuário vale ouro, esconder o jogo na hora de desenvolver um teor pode ser um belíssimo tiro no pé.

Utilize nascente 14+

Lembre-se de que seu teor também será acessado por dispositivos móveis, ou seja, telas pequenas.

Facilite a leitura, publique conteúdos em manancial tamanho 14, ou maior, e exclua do seu layout quaisquer elementos que possam resguardar ou atrapalhar a visão do teor principal, porquê anúncios grandes demais ou pop-ups intrusivos.

Faça um índice sucinto

O Google adora índices!

Eles facilitam não somente a vida do seu usuário, mas também do algoritmo, que já sabe de antemão quais são os tópicos abordados ao longo daquela página.

Desenvolva subtítulos facilmente escaneáveis

Todo (ou quase todo) usuário faz uma leitura dinâmica de um teor antes de lê-lo efetivamente.

Isso significa rolar a página até o final para estimar sua estrutura, imagens, tamanho e outros aspectos.

Um ponto é muito importante para invocar a atenção do usuário quando ele têm esse comportamento: os seus subtítulos (H2).

Desenvolva sempre subtítulos que, a uma batida de olho, chamem a atenção.

Para isso, utilize palavras-chave importantes do mesmo campo semântico, seja direto, promova frases curtas e responda às suas dúvidas.

Entregue teor multimídia

Assim porquê na simulação que citamos supra, o teor multimídia é importante para diversos públicos.

Hoje em dia consumimos informação em diversos momentos, porquê ao fazer exercícios físicos, lavar a louça ou no trânsito.

Por isso, disponibilize outros formatos para o seu público. Áudios, vídeos, transcrições, imagens, entre outros.

Forneça “next steps”

Imagine que, ao consumir o seu teor, um usuário fique tão satisfeito que deseja, instintivamente, obter mais conhecimento.

Se a sua página, por exemplo, possui um teor informacional, por que não levar seu usuário para um quizz?

Ou, logo, no caso de um teor mercantil, forneça um comparativo entre os produtos mais vendidos do mercado e o seu, expondo suas vantagens competitivas.

Para identificar qual seria um bom próximo passo para o seu usuário, coloque-se no lugar dele. 

Investigue. Analise seu comportamento na SERP e dentro do seu site. Faça pesquisas de opinião e os incentive a dar feedbacks sobre suas experiências.

Tenha um CTA

Confirmar-se de que a sua página possui um CTA é um processo intuitivo para a grande maioria dos profissionais que administram sites que têm a venda de produtos porquê objetivo.

Mas para outros, esse ainda é um item que deve constar no checklist.

Sempre que desejar induzir o seu usuário à uma ação, seja a captação de leads ou uma conversão de venda, lembre-se de que isso não acontecerá se nesta página não existe um grande (literalmente) e atrativo Call To Action.

Desenlace

Agora que você já tem em mãos todos os conceitos e ferramentas básicas para melhor compreender a intenção de procura do seu usuário, não se esqueça de que seguir analisando e mensurando seus resultados é de suma prestígio.

É provável que, a medida em que informações vão sendo disseminadas de maneira cada vez mais rápida em toda internet, algumas intenções de procura já determinadas por você sofram mudanças.

Avalie continuamente o comportamento do seu usuário dentro e fora do seu site e, ao implementar quaisquer alterações, lembre-se: em SEO, testar é sempre uma prática poderosa!

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Escrito por Bruna Rodrigues

SEO – é redatora especializada em marketing do dedo, SEO e link building. Já trabalhou em empresas porquê Ituran, BTG Pactual, Grupo Novidade Concursos e é responsável pelas notícias de marketing no Conversion News.


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