Nubank enfrenta supostos problemas de segurança em sua plataforma

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Caso Nubank: é seguro deixar o quantia em contas digitais?

Usuários do banco do dedo relataram sumiço de moeda

Nubank esteve envolvido em várias polêmicas nas últimas semanas. A mais recente é sobre o “sumiço” de quantia na conta

Para o perito em segurança do dedo, Cláudio Baumann, é impossível prometer segurança absoluta nos aplicativos, mas isso não significa que os bancos digitais não sejam confiáveis

Nos iPhones, o aplicativo do Nubank ficou fora do ar até às 10h dessa sexta-feira (10)

Os últimos episódios envolvendo o banco do dedo Nubank provocaram burburinho nas redes sociais.

Na última terça-feira (07), vários usuários que transferiram o auxílio emergencial da Caixa Econômica Federalista (CEF) para a Nuconta relataram ‘sumiço’ do moeda.

A notícia acendeu um sinal amarelo entre os clientes e hashtags porquê #nubankdevolvemeudinheiro subiram aos assuntos mais comentados no Twitter.

Entretanto, não é a primeira vez que o Nubank tem seu nome envolvido em polêmicas. No início do mês, a cobrança de compras indevidas na fatura do cartão, de um estabelecimento identificado porquê “Katia Silene de Olivei”, preocuparam clientes e levaram o banco do dedo a se posicionar sobre o matéria.

“O Nubank reforça que os casos reportados de compras não reconhecidas nos estabelecimentos em questão não têm origem na empresa.

Reafirmamos que nossa estrutura de segurança permanece protegida e nenhum oferecido foi obtido diretamente de nossa base ou por vazamento”, comunicou a banco.

Uma segunda situação que envolveria segurança do dedo surgiu também nessa semana.

O desenvolvedor Heitor Gouvêia descobriu que vários dados de usuários do Nubank, porquê CPF e informações bancárias, estavam expostos no Google.

A brecha viria do link gerado pelos próprios clientes ao usar a função “cobrar” do aplicativo do banco.

De contrato com a fintech, esses links deveriam ser compartilhados somente com os devedores a quem os clientes Nubank queiram ‘cobrar’, mas alguns usuários os expunham nas redes sociais e os endereços acabavam indexados pelo buscador.

“Para melhorar esse controle, foram feitas algumas modificações na emprego e solicitado o bloqueio deste tipo de resultado a partir do Google, solucionando a questão”, informou o Nubank na ocasião.

Em seguida esses acontecimentos, ainda seria seguro utilizar o banco do dedo?

Falhas na segurança podem vir dos próprios usuários

De congraçamento com Claudio Baumann, diretor universal da provedora de serviços de segurança do dedo Akamai, é generalidade que bancos digitais sofram ciberataques e que é impossível prometer proteção do dedo absoluta nos aplicativos.

“Os banco digitais tem na web a única forma de interagir com seus clientes”, disse. “E quando essas instituições se conectam à internet, ganham vantagens, mas por outro lado abrem uma avenida de entrada a todo tipo de ataque”, concluiu. O profissional ainda ressalta que o número de ciberataques teria desenvolvido 440% de março a maio.

No entanto, isso não significaria que os últimos fatos ocorridos com o Nubank tenham sido falhas de segurança nos sistemas da fintech, já que muitas vezes a exposição de dados e brechas para ataques podem vir dos próprios usuários. “Me parece que as pessoas podem ter facilitado, não propositadamente, o compartilhamento dos dados nos últimos casos”, afirma.

A opinião de Baumann vai de encontro com os posicionamentos feitos pela Nubank, principalmente no caso da função “cobrar” da Nuconta, em que o banco detectou que os próprios clientes tinham deixado os links com informações pessoais públicos nas redes sociais. Em relação às cobranças indevidas no cartão de crédito, a origem das fraudes, segundo o Nubank, seriam os estabelecimentos comerciais.

“Os clientes de bancos digitais, e de qualquer banco, devem permanecer atentos a mensagens enviadas por email, a falhas de segurança nos próprios celulares, e sempre seguir as recomendações de uso das instituições financeiras na qual tem conta”, afirma.

O diretor ainda argumenta que a segurança do dedo é uma peleja interminável, já que os ataques cibernéticos vão se modernizando e as ferramentas de proteção também.

Mas, não acredita que os novos bancos digitais são menos confiáveis por terem toda sua operação focada na internet.

“A segurança é a vida dessas entidades digitais, se os clientes não se sentirem seguros, o negócio morreu”, disse. “A gente pode ouvir falar de uma lacuna ou outra, mas nenhum banco vai colocar em risco o próprio negócio por negligência”, conclui.

E no caso do ‘desaparecimento’ do moeda nas contas?

De entendimento com o Nubank, o sumiço do numerário do auxílio emergencial teria ocorrido por uma irregularidade nos sistemas da CEF. “Secção dos clientes que realizou o pagamento de boletos por meio da Caixa Econômica Federalista recebeu em sua Nuconta uma quantia superior ao valor correto”, afirmam no documento.

Logo, o banco do dedo teria agido para estornar o suposto excedente de volta para a Caixa. É importante lembrar que as transferências feitas de outras instituições financeiras para bancos digitais, porquê o Nubank, são efetivadas via pagamento de boletos.

Desse modo, o usuário geraria um boleto pelo aplicativo do Nubank no valor do auxílio emergencial e o ‘pagaria’ por meio da Caixa Econômica.

O problema teria ocorrido no momento em que o valor chegava à conta do dedo. Em vez de receber R$600, por exemplo, os clientes estariam recebendo o duplo na conta, R$1200. Porém, em alguns casos, os valores estavam corretos.

Em seguida a série de reclamações e incoerências apontadas por clientes da fintech, o banco do dedo interrompeu a reembolso dos valores à instituição pública e estornou o moeda retirado das contas.

A Caixa Econômica federalista negou a responsabilidade pelas falhas. Em live realizada na tarde da última quinta-feira (09), o vice-presidente de tecnologia do banco, Claudio Salituro, explicou que vários clientes pagaram boletos com o mesmo código de barras e a instituição somente recomendou a estudo dos boletos que estariam em duplicidade. “Não existe sumir numerário da conta, principalmente em uma instituição de 159 anos”, afirmou na transmissão.

Aplicativo fora do ar

Nessa sexta-feira (10), os correntistas do Nubank que utilizam iPhones acordaram com problemas para entrar no aplicativo do banco. Outros apps porquê Spotify e Waze também não estariam funcionando nos dispositivos.

A fintech anunciou, no Twitter, que o problema estava resolvido por volta das 10h da manhã. De contrato com o site Business Insider, o erro teria sido ocasionado por uma lacuna no Facebook.

Manadeirainvestidor  https://einvestidor.estadao.com.br/mercado/caso-nubank-seguranca-do dedo/

JENNE ANDRADE [email protected] ( atualizada: 10/07/2020, 20:24 )


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