Pesquisa conclui que 43% dos brasileiros não pararam de encaminhar na pandemia

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A pandemia do novo coronavírus inseriu uma série de mudanças na vida da população. Uma das mudanças mais emblemáticas é o uso de máscaras em público, além do uso de álcool gel e sabão para a manente limpeza de mãos de modo a reduzir as chances de contaminação com o vírus. No entanto, existem muitas outras mudanças causadas pela pandemia.

Uma delas foi a de permanecer em moradia. Ainda que o nível de isolamento social e quarentena não seja no nível desejado, ele tem ocorrido com qualquer nível específico.

No entanto, uma das mudanças específicas que esse isolamento social trouxe para o cotidiano foi o desvelo com o carruagem parado na garagem. De concordância com uma pesquisa recente, aproximadamente 6 em cada 10 pessoas mantiveram o veículo parado, com 43% dos brasileiros seguindo o uso  normal dos seus automóveis.

A pesquisa foi desenvolvida pela Continental, uma operário de pneus, entre o término de maio e o início de junho. Participaram 315 pessoas, sendo de 43% deles respondeu que continuou dirigindo normalmente, 35% afirmou que sente falta de encaminhar por culpa da pandemia e 21% das pessoas disseram que não sentem falta da vida ao volante.

Dentre os 43% que afirmaram que continuaram dirigindo, a esmagadora maioria (92%!) revelou que manteve o hábito por motivos profissionais. Isso inclui tanto  motoristas de aplicativos, quanto pessoas que precisam ir ao trabalho com o carro. Aliás, o uso de carros para ir trabalhar é uma premência pois os transportes públicos são elementos potencializadores da transmissão do vírus.

A pesquisa ainda descobriu várias coisas diferentes. Por exemplo, em relação ao horizonte, murado de 66% dos brasileiros tem a intenção de viajar de carruagem quando isso for permitido. Dessas pessoas, 43% disseram considerar que o carro é o modal de transporte mais seguro,o enquanto 23% afirmaram que têm saudades de pegar a estrada dirigindo.

Em relação a destinos de férias, 56% considera a praia porquê um dos principais destinos, cmo 31% preferindo ir para o interno. No universal, 3 em cada 4 entrevistados afirmou que pretende viajar com a família.

Saindo um pouco do uso do carruagem e focando na quarentena, a pesquisa também mediu o nível de desvelo com os automóveis parados. De convenção com os dados levantados, muro de 69% de todos os motoristas participantes disseram que estão preocupados com a manutenção do carro durante o período de pandemia. No entanto, exclusivamente 48% se preocupou em medir a calibragem de pneus e outros cuidados do tipo.

A pesquisa não fornece dados em relação a outros aspectos do desvelo e manutenção com o veículo parado, mas existem mais a levar em conta nesse momento.

Por exemplo, a remoção dos pneus é uma das ações que pode ser realizada para evitar que eles se deformem por permanecer parados por tanto tempo assim. Uma boa teoria para poder resolver o problema é remover os pneus do carro e deixá-lo suspenso em cavaletes. Assim, o peso do carruagem não fica sobre as peças e isso as defende por mais tempo.

Outro ponto interessante a ser considerado é o traje de que a gasolina não pode permanecer tanto tempo assim paragem no motor. Considerando que o carruagem ficará parado por muito tempo, vale a pena retirar um pouco da gasolina para guardá-la em garrafas, de modo a evitar que elas diminuam de temperatura excessivamente dentro do carro.

Ou por outra, vale a pena vincular o veículo algumas vezes por semana, nem que seja para um limitado passeio pela cidade. Isso porque o coche continua consumindo bateria mesmo parado (para o rebate, por exemplo). Dessa forma, ao vincular o veículo regularmente, evita-se perder a fardo da bateria.

Com alguns cuidados do tipo, é provável manter o carro em boas condições mesmo com ele parado. Isso é importante não só para preservar o veículo para horizonte uso, porquê também para a venda ou troca logo que provável.

O indumentária é que a pandemia ainda não tem data para completar. O desenvolvimento de várias vacinas ao volta do mundo está depressa, mas elas ainda não passaram em todos os testes para utilização em tamanho da população.

Por pretexto disso, é principal que as pessoas se protejam o sumo provável e os automóveis entram nesse tipo de ação. Andejar de trem, ônibus ou metrô é um risco considerável já que é difícil evitar a aglomeração nesses espaços. O distanciamento social não pode ser praticado adequadamente e, mesmo com a máscara, há grandes chances de infecção e contaminação.

Portanto, os carros são ferramentas de proteção contra o vírus em um envolvente público, permitindo que as pessoas possam ir ao trabalho, fazer compras ou cuidar de outras responsabilidades sem se contaminar.

Não é à toa que o mercado automotivo prevê um aumento na quantidade de vendas de carros conforme a economia for reabrindo, já que as pessoas precisarão dos veículos. Assim, quem guardar o seu carro poderá usá-lo na troca ou lucrar qualquer moeda ao vendê-lo.

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